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REDE PONTOCOM DE RÁDIO

23 de março de 2017

TURMALINA - MANIFESTAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA.

Na manhã desta quinta-feira (23), de 9h00min as 12h00min, centenas de pessoas se reuniram no auditório da Prefeitura Municipal de Turmalina para debater sobre a “Reforma da Previdência”. O tema vem ocupando espaços privilegiados na mídia nacional, se tornando objeto de discussão em todo o país. 

Esse evento em Turmalina contou com a participação de trabalhadores da educação e funcionários da câmara e da prefeitura, além de representantes do SIND-UTE - – Sindicato dos Servidores da Educação e do SINDITUR - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Turmalina.

Antes, os trabalhadores fizeram uma caminhada pacífica da Escola Estadual Américo Antunes de Oliveira até o auditório da Prefeitura de Turmalina. 
  

De acordo com um comunicado enviado pelo representante do SINDITUR, Maurício Gonçalves cerca de 700 pessoas participaram do evento. Calcula-se que em média 340 eram funcionários públicos, lotados no município.
 
A Presidente do SIND-UTE, Beatriz Cerqueira e o Técnico do DIEESE Frederico Melo foram convidados para o evento. No final foram recolhidas as assinaturas dos presentes, que serão encaminhadas aos Deputados Federais Mineiros. O documento pede que os deputados se posicionem contra a PEC – 287 sobre a reforma da previdência que tramita no Congresso Nacional.   



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22 de março de 2017

VALE DO JEQUITINHONHA – MINISTÉRIO PÚBLICO DE OLHO EM VANS E ÔNIBUS CLANDESTINOS.

O transporte clandestino e a sonegação de impostos por parte de empresas de transporte de passageiros de Minas foi o foco de uma operação desencadeada, na manhã desta terça-feira (21), pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) com apoio da Secretaria Estadual de Fazenda (SEF) e Polícia Militar (PM). A ação foi batizada de Operação Ponto Final.


Os detidos foram ouvidos nesta terça-feira pelas autoridades. A maioria é de proprietários de ônibus e vans que fazem transporte clandestino, principalmente de passageiros das regiões Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. "Essas empresas poderiam realizar o transporte como um serviço de turismo, o fechamento de uma viagem para um grupo fechado de pessoas destinado a determinado local. O que acontece é que eles criaram grades de horários regulares e fixas, realizando a linha entre Belo Horizonte e várias cidades do interior do estado. E oferecendo publicamente esta passagem em valores muito reduzidos perto daqueles que são ofertados pelas detentoras da concessão do serviço público de transporte", afirmou.

Para evitar a fiscalização, as empresas de ônibus investigadas faziam os transportes em horários alternativos. Em Belo Horizonte, um dos alvos da operação foi o Terminal JK, no Barro Preto, na Região Centro-Sul. 

Segundo a SEF, o prejuízo do transporte irregular no estado, nos últimos cinco anos, pode chegar a R$ 93 milhões, sendo que, somente em 2016, o estado deixou de recolher R$ 53 milhões. As empresas não cumpriam obrigações trabalhistas e tributárias e, por isso, geravam danos aos cofres públicos, mas o prejuízo referente especificamente às 15 instituições investigadas ainda é levantado diz a reportagem do G1.

Um total de 12 pessoas foram conduzidas coercitivamente. Ao longo do dia, seriam ouvidas e liberadas, segundo o Ministério Público. Outros três mandados de condução coercitivamente foram expedidos, mas ainda não haviam sido cumpridos.